ainda sobre o CANTO MISSIONEIRO
- O Festival é maravilhoso - tudo é
fantástico - mas pagar ajuda de custo
com cheque é dose, somos da parte pobre do
Rio Grande e vamos contando em
receber os pila pra poder se hidratar e tals - e
os ômi pagam com cheque -
vamo rever pessoas!
quarta-feira, 31 de março de 2010
EM TEMPO
terça-feira, 30 de março de 2010
MARAVILHOSO
Clica aí que eu não sei postar o vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=EgBpo_7nDxs


Não sei nem como começar a falar sobre o CANTO MISSIONEIRO, foi simplesmente fantástico - to nessa lida desde o tempo em que se atava cachorro com arame farpado - e nunca passei por um momento de emoção tão grande e gratificante - quando comecei a escrever DOIS MISSIONEIROS - chegou num momento das idéias que eu vi que o troço tava ficando além da minha capacidade intelectual e também de conhecimento da história (por sinal mui linda) das Missões e, principalmente dos seus ícones - mostrei o que eu havia escrito pro Omar e ele ainda tentou argumentar que éramos pra usar mais nomes - porque essa história fora feita com vários nomes que não poderíamos esquecer o Noel Guarani, o Jayme Caetano Brau, o padre, o Cacique, enfim, teríamos que fazer um livro - eu respondi a ele da seguinte maneira: Che, vamos falar apenas de DOIS MISSIONEIROS e ponto - foi nesse exato instante que me surgiu o nome da obra - inicialmente APENAS DOIS MISSIONEIROS. Feito a cabeça do Omar - o que ja é um parto - partimos pra conclusão da Letra. Terminamos a dita cuja e fiquei encarregado de entregar a um parceiro pra colocar melodia. Bueno, o Nilton Ferreira se identificou com a obra e se botou a fazer os plim plim plim, e ficou ajeitada - inicialmente a idéia de interpretação era do Nilton com o Jorge Freitas - bueno - mandemu a obra pro 2º Canto Missioneiro e não passou - não vou esconder aos amigos - fiquei frustrado e me perguntando se a gente tinha feito bobagem - é dificil descrever um tema dessa natureza, que não seja taxado de momentista e circunstancial - apelação - e outros tantos adjetivos pejorativos que nem vale citar - e não era essa a idéia - pois a coisa era totalmente séria e responsável. Bueno, guardamos a obra por 12 meses e mandemu de novo - semu insistente - e não é que passou? Mas devido a problema de agenda tanto do Jorge, quanto do Nilton - saímos a cata de um canário - che, e não é que o Nilton nesse momento estava gravando um CD juntamente com o Walther Morais e o índio se prontificou a cantar - ta loco - juro, a nossa pretensão não era tanta - che, um terceirinho, mais popular - era isso. os cara começaram a cantar e povo levantou na segunda estrofe - se caguemu - eu tremia feito vara verde - o Walther tremia, o Édison, me disse depois da apresentação, que teve que se controlar pra não errar tudo - devido a emoção. Bueno, tava lindo - Aí fiz um troço que quase nunca faço - fui tomar cerveja - bei - tomei - ta louco - mas tomei mesmo - bastante - um lote, um fogo véio brasino - ah! Ainda não ta bem curado - chega - GANHEMU - Gracias Carlos Omar Villela Gomes (se não bota o nome inteiro desse cara ele enloca) Nilton Ferreira, Walther Morais (meu sobrinho neto), Édison Macuglia (me fumou umas tres carteira de cigarro - ta louco), Régis Reis, Zulmar Benites (ultrapassamos a cota de afro descendentes prevista em lei) e o grande Luiz Cardoso -deu banho de humildade e dedicação à obra, obrigado a todos os meus amigos que honestamente vieram nos abraçar - baita troço - e principalmente, o brigado POVO DE SANTO ANGELO - A MISSIONERADA SE LAVOU. É isso - eu acho...
quinta-feira, 18 de março de 2010
O MEU REPONTE
Bueno, estivemos final de semana passado na cidade de São Lourenço do Sul - um paraíso do nosso estado - onde acontece um baita festival. Fui a trabalho - e que trabalho - fomos fazer um Merchan do CD GAUCHADA do Poeta Gujo Teixeira. Que tb tinha uma obra lá - O Seu espinho e a flor de tuna - linda obra - que logrou êxito em Melhor Letra e Segundinho na linha campeira - gostei muito de uma letra do Binho Pires (esse guri vai longe) que tinha por título Divisa - baita tema - que o ÉRlon juntamente com o Pirisca cantou - baita obra - baita arranjo. Bueno, meu trabalho no Reponte consistiu em assar (e bem) um churras de oveia e tomar cerveja - che, me esmerei - tomei um lote - o cara do bar da cruz engordou uns bons quilos só me olhando beber - aliás - o cabo Deco me logrou direitinho, mas... ! Bueno, vamo pará de se gavá - São Lourenço é um santuário - onde pudemos rever grandes amigos - uns desafetos também - mas isso faz parte - hoje em dia tudo quanto é praia ta poluída - Fizemos um passeio de Escuna pelas águas da Lagoa que foi algo de maravilhoso. Acho q é isso - findi que vem estaremos em Santo Angelo, no Canto Missioneiro - temos uma obrinha que tem por títalo - DOIS MISSIONEIROS - minha do Omar e do Nilton - cantam Nilton Ferreira e Walter Morais - vamo tentiar um segundinho - luz, água e telefone agradecem - o aluguel ta pago.

Ta louco - como trabalhei...

O Matheus parceriou o tempo todo - ké dizê...

Essa foi do xurras - O Gujo, Joca, Rodrigo e o tio

Ta louco - como trabalhei...
Tomando suco de maracujá

O Matheus parceriou o tempo todo - ké dizê...
... e não é que os loco se jogaram na água, o Rodrigo como bagual que é, de bombacha e tudo - depois tremia de frio... eu não pude, tava molhado por dentro
Gui, Bebê e o varão, Matheus - o cara!!! A gente vai, eles ficam preservando o que aprenderam, ensinando os que hão de vir... é a vida...
segunda-feira, 8 de março de 2010
MULHERES DA PAMPA
Minha homenagem a todas as gurias do nosso Rio Grande Véio
A tarde qual silhueta
Chega de manso na pampa
Refreando as ampulhetas
Emolduradas na estampa...
A noite meio tordilha
Esbranquiçando a melena
Traz a cabresto a tropilha
Nas estrelas das chilenas...
A lua prenhe de luz
Ilumina a madrugada
E a estrada que conduz
Ao rumo da alvorada.
A tarde, a pampa e a lua
Todas elas tão meninas
Trazem estrelas xirúas
Cintilando nas retinas.
A erva, a cuia e a bomba
As rédeas que dão direção,
A Chama Crioula pras rondas
São prendas do nosso rincão.
A noite, velha senhora
Tal e qual dona alvorada
São as herdeiras das horas
Já puídas da jornada.
E, quando o sol abrasador
Castiga a terra por nada
A chuva, em tom conciliador,
Protege por ser abençoada.
A terra, a chuva e a vida
Rainhas de tanta beleza
São as filhas mais queridas
Da nossa mãe natureza.
A tarde qual silhueta
Chega de manso na pampa
Refreando as ampulhetas
Emolduradas na estampa...
A noite meio tordilha
Esbranquiçando a melena
Traz a cabresto a tropilha
Nas estrelas das chilenas...
A lua prenhe de luz
Ilumina a madrugada
E a estrada que conduz
Ao rumo da alvorada.
A tarde, a pampa e a lua
Todas elas tão meninas
Trazem estrelas xirúas
Cintilando nas retinas.
A erva, a cuia e a bomba
As rédeas que dão direção,
A Chama Crioula pras rondas
São prendas do nosso rincão.
A noite, velha senhora
Tal e qual dona alvorada
São as herdeiras das horas
Já puídas da jornada.
E, quando o sol abrasador
Castiga a terra por nada
A chuva, em tom conciliador,
Protege por ser abençoada.
A terra, a chuva e a vida
Rainhas de tanta beleza
São as filhas mais queridas
Da nossa mãe natureza.
terça-feira, 2 de março de 2010
GUJO TEIXEIRA
Bueno, estamos nos finalmentes de mais um trabalho fonográfico - desta feita nada mais, nada menos do que o CD GAUCHADA, do consagrado Poeta GUJO TEIXEIRA. Neste novo trabalho, o Gujo comemora 20 anos de carreira, reunindo obras já consagradas pelo público, com alguns trabalhos inéditos. GUJO TEIXEIRA, não é apenas um poeta maravilhoso, dono de imagens fantásticas - é um GAÚCHO, com letras maiúsculas sim, comprometido com seu tempo e sua história, altamente responsável e sério com as coisas que escreve, pois tem consciência de que sua obra permanecerá através dos tempos. Estou imensamente feliz de estar participando deste grande momento da carreira de, não apenas um grande irmão, mas de uma figura identificada e de extrema responsabilidade poética e cultural.

A partir de 15 de março, o CD GAUCHADA, estará à disposição dos que apreciam o Melhor de nossa Música Nativa. Suerte bicho véio.
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